
Hoje amei-te mais um bocadinho. Como se o facto de me teres abandonado quando estava na minha ruína não tivesse qualquer importância. Amei-te porque sobrevivi a mais um dia sem a tua fria respiração.
Se tu soubesses… Que o meu amor persiste, luta, é convicto, é teimoso! Eu prossigo na cidade capital da cultura, vivo, sorrio o mais que posso, faço o que a mim me diz respeito. E um só pensamento sobre a tua presença fantasma ainda me arrepia.
Seria melhor contigo, raio de Sol da vida de uma multidão. Seria melhor sem ti, culpa que carreguei tão longamente aos ombros.
Sinto-me cansada, o meu velho e esburacado amor não me deixa. Se ao menos um dia destes qualquer me olhasses entre os espelhos… Não precisas de abrir essa boca de desejo, fica só assim.
É a falta de alguém que prometi não largar da minha existência.
Mas se isto te incomoda, ignora, não deve ser assim tão importante.
Boa noite, olá menina!
ResponderEliminarO que nao te falta é talento. Está óptimo, como sempre.
Aos meus olhos, não há nada pior do que ignorar. O amor presiste sempre que é verdadeiro, cabe a quem ama torna-lo falso.
Amo-te sempre, menos do que amanhã, mais do que ontem
Já sentia falta da tua escrita. Tal como o da Ana, o teu blog não actualiza na minha página =/
ResponderEliminarEntão vim ler o que perdi de ti*
Gosto sempre do que aqui vejo e identifiquei-me particularmente com este porque falas da força que também tento ter para viver numa cidade sem o amor da minha vida.
É difícil, às vezes impossível, mas vamos aprendendo que somos valiosas de mais para esperar pór alguém que nunca virá.